O Homem e o seu Duplo de Étienne Guillé


A noção de Duplo foi introduzida por numerosas civilizações tradicionais para tentar explicar o mais racionalmente possível um certo número de factos psíquicos e por vezes materiais. Para Étienne Guillé, trata-se de integrar o Duplo numa visão coerente e harmoniosa do Ser humano. Segundo as diferentes tradições, nós temos vários corpos: um corpo físico, um corpo energético e um corpo espiritual feitos de matéria ou de substâncias diferentes cada vez mais subtis. Para os Antigos Egípcios, o Duplo era o corpo impalpável que deixava o corpo no momento da morte. É razoável imaginar que o Brazão dos Templários, representando "dois cavaleiros no mesmo cavalo" ou seja uma reminiscência desta infraestrutura dual do Ser humano. Para Étienne Guillé, o Duplo é o campo de força criador de natureza geométrica que reside nos espaços-tempos transcendentes. Ele contém o plano de criação do conjunto do ser vivo que se vai manifestar e incarnar num Ser direto sob forma algébrica nos espaços-tempos lineares. Segundo a concepção do autor, todo o Ser humano que se manifesta e incarna nas esferas Celestes/Terrestes, deve realizar uma obra comparável a uma escultura, uma tela ou uma obra musical que, uma vez realizada será analisada com referencia ao plano contido no seu Duplo da Eternidade. Se a obra realizada é conforme, o par Duplo/Ser Direto torna-se o par Duplo da Eternidade/Ser Incorruptivel nos espaços-tempos transcendentes do Continente Perpétuo de onde ele provem.

30 euros



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